Política Externa

Antonio Amaral de Sampaio (1930-2010), o “enfant terrible” de sua geração no Itamaraty

por em 13/09/2010

No Itamaraty de seu tempo, quando havia tanto formalismo, Antonio Amaral de Sampaio procurava ser, em alguma medida, o enfant terrible desabrido e irreverente de sua geração. Conhecedor da trajetória e da herança das civilizações árabes e iraniana, tinha uma visão da região enriquecida por uma ampla perspectiva histórica. Talvez fosse com a Síria com que tivesse maior intimidade. Além dos temas, conhecia pessoalmente os principais atores do palco do Oriente Médio e falava com íntimo conhecimento de causa. O Direito Internacional era seu campo natural de interesse acadêmico, e o Oriente Médio e as civilizações que ali existiram e existem, seu campo prioritário de refl exão e pesquisa. Procurava contrastar as falências do islamismo atual – sobretudo em suas vertentes fundamentalistas – com a gloriosa civilização de tantos séculos passados.

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Esta matéria faz parte do volume 19 nº2 da revista Política Externa
Volume 19 nº 2 - Set/Out/Nov 2010 O mundo das candidatas - Entrevista sobre relações internacionais com Dilma Roussef e Marina SIlva

Dilma Rousseff e Marina Silva expõem suas ideias sobre política externa

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