Política Externa

O último ano de Bush e seu legado aos EUA

por em 27/01/2008

George W. Bush inicia seu último ano de mandato como o presidente americano politicamente mais frágil desde 1932, quando Herbert Hoover enfrentava os efeitos do crash da Bolsa de Nova York. No entanto, ele deixará ao seu sucessor um legado que poderá ser usado com a maior satisfação: uma série de leis e práticas que enfraquecem o Congresso e tornam o Executivo um poder sensivelmente superior aos demais. Deixa, também, uma Suprema Corte ostensivamente mais conservadora do que todas as suas antecessoras, a partir de 1930. Após a tomada do Congresso pela oposição, Bush ainda tentou recobrar o controle de seu governo. Fracassou, como no caso da questão da legalização dos imigrantes, inclusive por resistência dos segmentos mais conservadores do seu próprio partido.

George W. Bush starts his last year at the White House as one of the politically most fragile presidents in the recent history of the USA. However, one of the most important aspects of his legacy to the country is a Presidency much more empowered than the one he conquered in 2000. Under the pretext of defending the national security under threat after the September 11 attempts, Bush has significantly enhanced the concept of diverse tools that were at the Executive branch disposal and has been diminishing the power of Congress on many relevant topics. He is also leaving for the future a Supreme Court that is much more conservative than any other since the 1930’s, with Judges that follow strictly an ideological set of beliefs and who will probably keep their jobs for a long period of time.

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Esta matéria faz parte do volume 16 nº3 da revista Política Externa
Volume 16 nº 3 - Dez/Jan/Fev 2007 EUA e Determinantes Mundiais

A América Latina e suas opções estratégicas frente aos Estados Unidos

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