Política Externa

A França de Sarkozy

por em 27/01/2008

A administração de Nicholas Sarkozy transforma a França, do mais previsível dos atores, em um lugar de movimento, sentido de urgência e busca de novos rumos. Os anos Chirac viram esmaecer a infl uência do gaullisme. Agora Sarkozy caracteriza-se sobretudo por sua energia, informalidade, domínio midiático e capacidade de atrair talvez as melhores inteligências do campo socialista. No entanto, a chegada do outono e a volta da França às fábricas, às repartições públicas e Universidades parece encerrar a lua-de-mel do novo presidente. Ele começa a enfrentar as pressões dos muitos que temem perder interesses e privilégios. Na política externa, Sarkozy moveu-se para produzir impactos simultâneos em amplas frentes: Washington, Oriente Médio, Irã, Turquia, Líbia. Colômbia, Chad e Brics. Mas seu mais importante elemento parece ser o insistente desejo de reaproximar a França dos EUA.

The newly elected president of France seeks to modernize a country tied down by many bureaucratic constraints and which has shown very modest rates of growth over the last years. Europe remains the priority, but there is a clear desire to seek closer ties with the USA and make France more competitive in the new globalized environment. Sarkozy is energetic and hiper-active and has taken advantage of his popularity and impressive results at the polls to build a momentum for change and renewal. Doubts remain if his somewhat “American” style of leadership will be acceptable in the long haul to the French and if he will be succesful in overcoming the resistance of trade unions and the unrest in the growing inmigrant communities surrounding the major French cities.

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Esta matéria faz parte do volume 16 nº3 da revista Política Externa
Volume 16 nº 3 - Dez/Jan/Fev 2007 EUA e Determinantes Mundiais

A América Latina e suas opções estratégicas frente aos Estados Unidos

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