Política Externa

Energia nuclear no Brasil e no Irã

por em 18/11/2015
Energia nuclear no Brasil e no Irã

Os esforços para evitar o uso e a proliferação das armas nucleares começaram muito antes da primeira bomba atômica ter sido lançada sobre o Japão, em 1945. Embora elas nunca mais tenham sido usadas, as armas nucleares se tornaram importante ativo geopolítico e são consideradas como elemento essencial de intimidação a potenciais inimigos, especialmente em regiões onde as tensões podem, de fato, ameaçar a sobrevivência de alguns países. Em 1967, foi assinado o Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares, ao qual dezenas de países, inclusive Brasil e Argentina, aderiram nos anos seguintes. O programa nuclear brasileiro anterior à sua adesão ao TNP guardava semelhanças com o iraniano.

Efforts to avoid the use and proliferation of nuclear arms began even before they were first dropped over Japan in 1945. Although they have never used again, nuclear arms became an important geopolitical asset and are considered an essential element of intimidation against potential enemies, especially in regions where tensions can indeed threaten the survival of some countries. In 1967, it was negotiated the Treaty on the Non-Proliferation of Nuclear Weapons, joined by dozens of countries in the following years. The Vienna agreement, reached this year, is one of the most significant late developments in the control of nuclear arms, differently from the agreement that Brazil, Turkey and Iran had reached in 2010.

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Esta matéria faz parte do volume 24 nº1 e 2 da revista Política Externa
Volume 24 nº 1 e 2 - jul/dez 2015 O Histórico Acordo de Viena

O Acordo de Viena sobre o projeto nuclear iraniano evitou as consequências trágicas da hipótese de o Irã, país inserido na região mais tensa do mundo, obter armamento nuclear.

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